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24 agosto 2011

... e quando se fica horas a olhar para o chat do facebook na esperança que alguém que adicionamos e com quem estivemos umas duas vezes fale connosco? Estupidez ou anormalidade mesmo?
Estou a ficar maluca.

22 agosto 2011

A coragem que se perde com a idade

Acho que com a idade se vai perdendo a coragem de fazer certas coisas, as reacções são mais calmas e menos exageradas, os impulsos são cada vez menores ou mais contidos e o medo do ridículo é cada vez maior. Por vezes também há uma imagem a defender pelo meio.
Quando era mais jovem (com 15/16/17) o meu medo do ridículo era quase nulo, quando queria algo não pensava 2 vezes, fazia tudo (não passando por cima dos outros) para o conseguir e não descansava enquanto não conseguisse. Pelo menos em matéria "sexo masculino" era assim. A minha lata era incrível, movia mundos e fundos, mas era feliz.
Agora com 21 anos essa loucura, entusiasmo e energia acho que passaram nesse campo masculino. O medo de arriscar é enorme e o medo do ridículo é imenso. Conheci por intermédio de um amigo, (por mero acaso nada combinado) há umas semanas um rapaz lindooooo, mesmo fofo. Mora perto de mim e pelo que tenho percebido completamente disponível, pouco mais velho e com uma vida estável. Se fosse há uns tempos atrás já sabia tudo e mais alguma coisa dele, já tinha o número dele já tinha falado com ele etc etc
Neste momento sei apenas algumas coisas porque o adicionei no facebook e o meu amigo comentou comigo algumas coisas por coincidência.
E pronto, espero que seja só eu que tenha passado a este estado mórbido de estupidez (ou não)!

21 agosto 2011

E dia 8 aproxima-se

Aproxima-se e as dúvidas e questões começam a ser cada vez mais. Será que vou ter uma boa turma? será que vou aprender a falar e a escrever rápido? será que me vou perder no metro? Será que vão ser simpáticos e ajudar-me? São imensas e todas elas com a resposta cada vez mais perto.
Depois ainda há o avião... DETESTO! É pouco tempo (1h30) é certo, mas é como se fosse uma eternidade. Vou ter de tomar algo para ir a dormir senão vai ser um suplício cada vez que tiver de lá entrar :s
Ai Barcelona!!

04 agosto 2011

Era uma vez...

... uma miúda de 16 anos, com um namorado 5* mas que se apaixona perdidamente por alguém que não conhece de lado nenhum. Depois de muito procurar esse alguém, acaba por o encontrar e descobrir que tem namorada e é 7 anos mais velho que ela. Não desistiu. Esperou o tempo que foi preciso e entre diversas histórias e aventuras lá conseguiu o que queria, uma espécie de romance com ele. Este, durou uns 2 anos e sem ninguém saber. Mas não era nada certo, tanto estavam como não estavam. Ela era uma miúda e ele um adulto, e ela sentia-se completamente vitoriosa. Depois houve um tempo em que se separaram mas logo a seguir ela decidiu que queria que tudo aquilo se tornasse realmente sério (sim, porque esse alguém disse á miúda que certamente antes dos 18 não teriam nada sério porque ela era menor) e decidiu falar com ele e começaram a namorar... ela com 17 e ele com 24. Contra tudo e todos a miúda lá conseguiu que os pais aceitassem minimamente e lá começou a viver o seu conto de fadas... ou não. O seu principe encantado com quem sempre sonhou e por quem moveu mundos e fundos para ficar afastava-a completamente dos amigos, das rotinas dela e da familia. A sua vida era basicamente há noite e com os amigos dele uns bons anos mais velhos que ele (ou seja muitoooo mais velhos que a miúda). Com o tempo ela foi deixando de falar e estar com os amigos de sempre, foi rotulada como a que nunca aparece em lado nenhum desde que namora e ia sempre sozinha ás festas de familia. Ela não tinha bem noção do que estava a fazer, de tudo que estava a abdicar por aquele alguém, achava que o importante era estar com quem amava. Esse alguém tinha atitudes erradas, achava que por ser mais velho tinha sempre razão e sabia tudo o que era melhor. Acusava a miúda de ser uma menina da aldeia e de não ser como a namorada dos amigos. Ele não percebia que a miúda era apenas alguém com atitudes próprias da idade e sempre a tentar agrada-lo deixando toda a sua vida para trás. Conclusão: todo este romance durou uns quatros anos até a miúda num impto de tristeza acabar com tudo aquilo.
 E hoje com 21 anos posso dizer que infelizmente aquela miúda era eu. Infelizmente, porque hoje não tenho nenhum daqueles amigos porque outrora lhes virei as costas para viver escondida daquilo que aquele alguém tão especial achava anormal. Hoje percebo que o anormal era ele e que me tornou igualmente numa anormal. Sem amigos, fechada em casa, sem ter ninguém que se lembre de que existo. Sou agora uma pessoa fria, racional e insensivel. Sou agora o resultado de quatro anos de repressões e "pancada" a toda a hora. Sou agora alguém que deixou tudo para trás, por nada. Sou agora alguém que sente que não tem nada.
Era uma vez uma miúda feliz que agora é uma mulher infeliz!

29 julho 2011

E a realidade é que...

...muito boas raparigas passam o dia a trabalhar, ou vão ao café com as amigas, felizes da vida, até ligam ao namorado e não imaginam que o próprio as está a trair naquele momento... e possivelmente no seu local de trabalho!  Panico . Muito Panico.

13 julho 2011

2011 = Hibernar

Sim, de facto se eu soubesse que este ano seria assim teria tomado umas caixitas de xanax e teria dormido o ano todo. Passei de ano e fiz tudo é certo, está tudo bem com a minha família ok, mas a minha vida não se resume apenas a isso. O resto á caos total e uma coisa é certa, apartir deste ano nada jamais será como dantes.

05 julho 2011

O adeus á faculdade

Muita pessoas que conheço ainda não acabaram o ano e já choram baba e ranho cada vez que se fala em deixar a cidade onde se estudou nos tempos de faculdade.
Não é o meu caso. De todo. Não sou finalista ainda e mesmo que fosse o meu caso não seria desses. Vou de erasmus 6 meses em Setembro e depois só vou estar mais dois meses na cidade eleita por mim para estudar e depois é estágio noutra cidade qualquer e bye bye escola e cidade. E não estou nada triste com isso, bem pelo contrário. Depois de dois desgostos horriveis de amor e de conhecer pessoas sem grande carácter mas com imensa lata só me apetece mesmo dizer adeus para não mais voltar. Houveram coisas boas? houveram.. uma ou duas pessoas que conheci, os tempos de caloira e o curso em si. Nada mais. Vou recordar sempre com alegria os meus tempos de caloira, de restoé aprender e esquecer.